Regresso à obra nova está a acontecer por todo o país.

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Ao contrário do que aconteceu no final do ano passado, em que se registou uma quebra de 1,4% registada no final de 2017, o licenciamento de edifícios está a crescer a nível nacional. Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), revelam que as licenças aumentaram 2% no primeiro trimestre (face ao mesmo período do ano passado), sendo esta subida alimentada sobretudo pelas construções novas (mais 6,7%). Já os licenciamentos para obras de reabilitação caíram 20,7%.

E o regresso à obra nova está a acontecer um pouco por todo o país, mas destaca-se com maiores aumentos nas regiões do Algarve (13,1%), Alentejo (12,9%) e Área Metropolitana de Lisboa (8,3%). Do total, 70,3% (4.500) destinou-se a habitação familiar, em que se verificou uma subida de  29,8% face ao primeiro trimestre de 2017.

Considerando todos os tipos de obras e todos os destinos, verifica-se uma elevada concentração do número total de fogos licenciados em obras de edificação num reduzido número de municípios. Os municípios com uma maior variação absoluta foram responsáveis pelo licenciamento de 20,7% do total de fogos no primeiro trimestre de 2018: Porto (10,9%), Vila Nova de Gaia (3,0%), Odivelas (2,3%), Lagos (2,0%) e Leiria (2,5%).
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Cuidado para não se “matar” o bom momento do imobiliário.

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A mentora do projeto da Lei de Bases da Habitação, Helena Roseta, faz um apelopara que se tenha cuidado com as iniciativas parlamentares que visam alterar, nomeadamente, a regulação do Alojamento Local e a Lei das Rendas, porque podem ter consequências negativas no bom momento que vive o imobiliário em Portugal. E mostra-se preocupada com as falhas do Estado, para corrigir as falhas do mercado, considerando que os problemas de hoje na habitação são gerados por “desequilíbrios entre a oferta e a procura”. 

Desequilíbrios entre a oferta e a procura 

O setor imobiliário vive um bom momento que tem reflexos muito positivos no crescimento da economia. Na opinião da deputada Helena Roseta, “nas cidades de Lisboa e Porto há uma procura externa, quem tem uma capacidade diferente, e pode pagar preços diferentes”. Mas, avisa, “é preciso ter cuidado: se não mata-se o mensageiro e a mensagem, a água e o menino”.

Presente na conferência, “O futuro do imobiliário nacional: desafios e constrangimentos”, realizada no âmbito do SIP 2018, a deputada advertia, para as consequências que podem resultar das alterações em estudo, na Assembleia da República, da atual legislação. Referia-se, especialmente, às iniciativas dos vários grupos parlamentares, na regulação do Alojamento Local e na alteração da Lei das Rendas. 
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Imobiliário rende quase 11 vezes mais do que os ativos financeiros

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RETORNO MAIS ALTO EXPLICA, EM GRANDE, O RECORDE DE INVESTIMENTO EM PORTUGAL EM 2017

No último ano ouviu-se e leu-se vezes sem conta que Portugal está na moda e que 2017 foi de recordes no imobiliário nacional (ver números). Mas que não se pense que somos uma ilha bafejada pela sorte e que todos os investidores vêm cá parar. Investir em imobiliário está na moda em todo o mundo, não é só em Portugal.

E há várias razões para isso, como o aumento do crescimento económico global nos últimos três anos, as taxas de juro historicamente baixas e o aumento do turismo.

Mas nenhuma destas justificações por si só é suficiente para haver tanto dinheiro a ser aplicado neste sector.
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