A venda de casas em planta era um dado adquirido antes da crise imobiliária, mas caiu em desuso nos últimos anos com a saída de cena dos clientes nacionais.
Desde 2016, porém, e principalmente nas cidades de Lisboa e do Porto, onde a procura é mais incisiva, a tendência voltou paulatinamente a sentir-se, como confirmam ao Expresso alguns dos operadores do mercado.
Manuel Reis Campos, presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI) defende que a venda em planta de habitação é um fenómeno que está ainda muito circunscrito aos centros das cidades de Lisboa, Porto e nalguns pontos do Algarve, zonas onde a oferta de imóveis é menor que a procura.
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