Agora é o Qatar que quer investir no imobiliário em Portugal

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O primeiro-ministro português, António Costa, foi informado de viva voz que o Qatar quer reforçar o investimento em Portugal, em várias áreas, entre as quais o imobiliário. A manifestação de interesse dos árabes pelo mercado português foi demonstrada num encontro naquele país, em Doha, com o presidente da Associação dos Empresários do Qatar (QBA), Faisal bin Qassim al-Thani, a salientar que existem, efetivamente, em Portugal diferentes setores que oferecem oportunidades de investimento para os investidores estrangeiros.

Segundo o jornal Gulf Times, o xeque Faisal referiu que, “queremos que as discussões entre os dois lados continuem depois desta reunião e estamos prontos para discutir oportunidades de investimento em setores como indústria, energia renováveis, tecnologia da informação e outros”, como o imobiliário.

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Investimento no Centro Histórico do Porto cresceu 64% em 2016

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O investimento no Centro Histórico do Porto cresceu 64% em 2016, tendo sido vendidos 513 imóveis que geraram um volume de negócios de 154 milhões de euros, segundo dados do índice da Confidencial Imobiliário, hoje divulgados.

“Tal resultou de um aumento do investimento no segundo semestre de 2016, período em que este atingiu o valor mais elevado desde 2007, fixando-se nos 97,2 milhões de euros”, segundo o indíce da Confidencial Imobiliário.

De acordo com o índice, o número de vendas por mês manteve-se em torno das 40 unidades no segundo semestre do ano passado, muito próximo do observado nos dois semestres anteriores, em que variou entre as 45 e 47 unidades.

“Já entre o primeiro semestre de 2014 e o primeiro semestre de 2015, o número de vendas por mês tinha-se apresentado mais reduzido, entre as 22 e 24 unidades”, apurou.

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Proprietários têm dois meses para registar alojamento locais ilegais. O que é preciso fazer?

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O Governo aprovou agora uma nova lei que visa impedir as plataformas informáticas como a Airbnb, a booking ou a Homeaway de comercializarem os alojamentos locais, para turistas, que não estejam devidamente inscritos no registo nacional do turismo. Tudo tem de estar legalizado até 1 de Julho. Filomena Lança, redactora principal do Negócios, explica o que é preciso fazer.

Video explicativo em: Jornaldenegocios.pt